Jovem quis 'pagar de bandido' e acabou sendo morto cruelmente por traficantes
O delegado disse que o jovem tentou 'pagar de bandido' para alguns homens da localidade, mas não sabia que os indivíduos eram traficantes.
O jovem que estava desaparecido desde o dia 15 de outubro de 2017, teve partes do corpo achado em dois bairros do Espirito Santo.
Segundo informações da própria mãe, seu filho identificado como Carlos Eduardo Claudino Lopes, havia saído de casa dizendo que ia passar alguns dias na casa do pai. No dia seguinte, a mãe do jovem ligou para o celular dele, mas o mesmo não atendia. A ligação caía na caixa postal.
Foi então, que ela resolveu ligar para o pai do garoto. Durante a conversa, o pai informou que o filho não tinha aparecido em casa. Imediatamente, começou o desespero. Os pais buscaram informações em alguns contatos do filho pelas redes sociais, mas ninguém soube responder aonde Eduardo poderia estar.
A família resolveu prestar depoimento na Delegacia da Policia [VIDEO] Civil, aonde relataram o desaparecimento do adolescente. Carlos era conhecido como Kadu por alguns amigos. Na internet, vieram algumas informações dizendo que o jovem estava morto e o corpo estaria perto de um terreno.
Com a ajuda da polícia [VIDEO], a família foi até o local e constataram que parte do corpo que estava no terreno era de Kadu. Segundo algumas informações passadas pela Polícia [VIDEO]Civil, o jovem havia sido morto porque teria dito, que era membro de uma facção criminosa no bairro, que é conhecido como Buraco do Sapo, que há alguns anos, haviam expulsado diversos traficantes.
"Ele havia ''pagado de bandido'' para os homens, sem saber que estava falando essa história também para um dos antigos traficantes, que havia sido expulso do Buraco do Sapo".
O delegado que está assumindo o caso Marcelo Cavalcanti, que está investigando o caso, afirmou que o indivíduo acabou sendo convidado para realizar um pequeno serviço para alguns bandidos no dia que sumiu. Segundo informações, essa era uma desculpa para matar o jovem.
Algumas informações apontam que os autores do crime haviam jogado um líquido semelhante ao ácido sobre o corpo do adolescente, com a intenção de descartar todas as provas do crime. Alguns dias após o crime, um dos envolvidos no assassinato percebeu que ainda havia restos mortais do jovem no local. Em seguida, deram sumiço em outro local.
Repercussão nas redes sociais
Na época, algumas pessoas que se mobilizaram com o caso afirmaram que não sabiam que o jovem fazia parte do tráfico de drogas.''Quando eu recebi a notícia de um jovem desaparecido, me sensibilizei. Agora, descobri que ele fazia parte do tráfico de drogas. Fiquei surpresa'', comentou uma mulher. #Policia Militar #jovem é morto
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